Depois de longa ausência, retorno ao que considero uma espécie de respiração. Como não sei ainda ao que veio, o que resume bem o que acontece no mundo subterrâneo das gavetas, deixo que o critério de leitura e releituras, falhas e revisões, ruínas sobre a memória e algo do alfinete crítico façam o que for possível. E com a opção mais natural: ser lido sem pena. E seguir adiante é o melhor antídoto contra a indecisão.

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Outubro 13, 2008 às 11:17 pm
barreto
Caro André,
VocÊ de cara nova! Que bom. Seus textos arejam a blogsfera.
Demorou a sairi, mas valeu. Já não aguentava mais abrir seu blog e ver lá “numa explendorosa manhã de sábado…”
Barreto