Finito. A sensação é estranha quando morre alguém que carrega em todo um background pop e cultural. Anos de decadência e escândalos não podem soterrar coisas incontestáveis. Nunca fui um grande fã, nem me arrisquei nos passinhos, mas incontáveis festinhas soaram sua música e sinto mesmo como o papel de parede de uma época. A admiração é um sentimento mais de reconhecimento de uma carreira que, no auge, atingiu tudo o que poderia atingir, bem pensadas as formas mais variadas de talento, divulgação e espírito da época. Resta a boa obra. E pensar que uma carreira assim, com bom senso, traria tão bons frutos. Não deu…resta a certeza, a paz. Fique em paz, cara!

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Julho 1, 2009 às 7:10 am
Márcia Leite
O que mais me impressiona é ver morrer alguém que nem ser humano parecia. Podiam me dizer que ele era tudo, menos gente… gente real, de verdade, dessas que a gente sente, toca, olha e esbarra na rua, dessas que a gente se descobre um dia… ou não se descobre nunca… mas sabe que tem carne, osso, sangue…