Depois de longa ausência, retorno ao que considero uma espécie de respiração. Como não sei ainda ao que veio, o que resume bem o que acontece no mundo subterrâneo das gavetas, deixo que o critério de leitura e releituras, falhas e revisões, ruínas sobre a memória e algo do alfinete crítico façam o que for possível. E com a opção mais natural: ser lido sem pena. E seguir adiante é o melhor antídoto contra a indecisão.